Power Rankings – Semana 3

Apenas 5 times na história chegaram aos playoffs começando 0-3 na temporada, e 2018 não é um ano em que vemos grande potencial nos times que se encontram nessa situação. Do outro lado, Rams e Chiefs impressionam e muito enquanto que Miami é uma grata surpresa. Enquanto a NFL não se acaba nas próprias regras estúpidas vamos continuar analisando, cornetando e falando mal do seu time neste espaço.

1 – (1) Los Angeles Rams – 3-0

Mais uma vitória dominante para Sean McVay e companhia. Goff teve um de seus melhores jogos da carreira e o time é uma máquina ofensiva, indo 3 jogadas e punt em apenas 6.9% de suas campanhas até agora, de longe a melhor marca da NFL. O que preocupa são as lesões de Aqib Talib e Marcus Peters, mas nenhum dos dois foi perdido para a temporada. Semana curta contra um Vikings cambaleante tem tudo para solidificar o status dos Rams como o time mais completo da liga. 

2 –(4) Kansas City Chiefs – 3-0  

Patrick Mahomes, Tyreek Hill, Travis Kelce, Kareem Hunt e Sammy Watkins são imparáveis, aí você adiciona Demarcus Robinson, De’Anthony Thomas, Chris Conley, Demetrius Harris e Spencer Ware que, se não são tão bons, são atléticos demais, e uma linha ofensiva sólida, tudo isso organizado pela genialidade ofensiva de Andy Reid e você começa a quebrar recordes. Uma hora esse ritmo vai diminuir, e a defesa ainda é uma bagunça, mas KC é o time mais divertido de se assistir em toda a NFL. 

3 – (6) Philadelphia Eagles – 2-1

Carson Wentz está de volta. Nada mais importa. O ataque dos Eagles produziu até bem contra uma defesa que vem surpreendendo e, graças a sua própria unidade defensiva, que sufocou os Colts, ficou com a posse por mais de 40 minutos. Wentz mostrou boa química com os tight ends Zach Ertz e Dallas Goedert, mas precisa de armas no perímetro, o que significa a volta de Alshon Jeffery, o quanto antes. Philly ainda não impressiona, mas está 2-1 com potencial enorme de crescimento.  

4 – (2) Jacksonville Jaguars – 2-1

O Jaguars as vezes joga no nível do oponente e Bortles, por mais que tenha melhorado, ainda é Bortles. Esse foi o caso contra um Titans de ataque anêmico graças a concussão de Gabbert (não que ele saudável fosse produzir muito) e a Mariota ainda machucado. 155 jardas aéreas em 34 passes tentados não é o que você quer, ainda mais em uma partida onde o jogo terrestre não foi mal, parece que Jacksonville se empolgou com a vitória sobre os Patriots e quis vencer com o braço de Bortles a qualquer custo, em uma partida de poucos pontos e que ele estava mal, pode ter custado caro. É incrível que o time que amassou os Patriots em uma semana seja vaiado, com merecimentos, em casa na outra. 

5 – (10) New Orleans Saints – 2-1

Drew Brees quebrou o recorde de mais passes completos na história da NFL e fez isso em mais uma performance clássica de sua carreira. Em um dia onde novamente a defesa foi um desastre, Brees usou seu braço e até suas pernas para dar a vitória aos Saints em um jogo essencial contra um forte rival de divisão. É bom que a defesa comece a aparecer por que não é bom ter que depender de seu QB de 39 anos sempre. New Orleans também perdeu 120 jardas por causa de faltas, algumas delas minimizando os poucos bons momentos da defesa. Michael Thomas e Alvin Kamara são imparáveis até que se prove o contrário.

6 – (12) Carolina Panthers – 2-1

Cam Newton segue injusto na redzone, Christian McCaffrey teve seu melhor jogo como corredor e a defesa fez o suficiente roubando bolas para garantir a vitória. Os Panthers são um time meio montanha russa, muito melhor em casa do que fora, mas fez um jogo disciplinado e eficiente e parece ser o mais equilibrado de uma divisão onde Saints e Falcons não tem defesa e o Buccaneers depende de uma magia que a história nos diz que vai acabar logo.

7 – (16) Miami Dolphins – 3-0

Em algum momento você é o que sua campanha diz que você é. Eu não sei se esse momento é agora para Miami, mas eles venceram mais uma. Com muita ousadia e alegria os Dolphins superaram uma desvantagem de 10 pontos no terceiro quarto (e um ataque que converteu só duas terceiras descidas em todo o jogo) e vencendo a terceira seguida. Miami está vencendo por ser mais criativo e errar menos que os adversários, algo que costumava ser o oposto com esse time. Se o time conseguir alinhar sua explosividade com consistência e capacidade de manter campanhas vivas no ataque, aí sim pode ir longe. A lesão de William Hayes, por outro lado, pode complicar a vida de uma defesa que está jogando melhor do que o esperado. 

8 – (15) Baltimore Ravens – 2-1

No dia em que a melhor unidade dos Ravens, o special teams, teve um punt e um field goal bloqueado, a defesa apareceu do segundo quarto em diante e o ataque fez o suficiente, convertendo 50% das terceiras descidas e todas as viagens a redzone em touchdowns (3 de 3 no jogo e 12 de 12 na temporada) para uma vitória convincente sobre um time que pode ser adversário direto por uma vaga nos playoffs. 

9 –  (5) Green Bay Packers – 1-1-1

Vou evitar o máximo possível falar de arbitragem aqui, mas vamos deixar claro que aquela falta absurda no Clay Matthews não foi o que fez Green Bay perder. Ficar 21×3 e 28×10 atrás no placar, mesmo que ainda no primeiro tempo, forçando Rodgers a tentar a virada mágica de novo, sem um joelho, num gramado ruim, fora de casa, esses foram os motivos da derrota dos Packers, que rejuvenesceu Adrian Peterson e cedeu várias grandes jogadas no jogo aéreo para Alex Smith, o QB mais conservador da liga. Rodgers precisa ser protegido por sua linha ofensiva, que permitiu quatro sacks, e por sua defesa, que não pode colocar todo o peso da vitória em seus ombros. 

10 – (7) New England Patriots – 1-2

Patterson, Dorsett e Hogan foram os únicos recebedores ativos para o jogo contra Detroit. A defesa de Matt Patricia colocou dois em Gronkowski e o ataque de New England, com essa quantidade minúscula de talento, não teve respostas. Nem o comitê de running backs recebendo passes funcionou, e o time insistiu em Sony Michel mesmo quando não estava funcionando. A defesa fracassou em todos os aspectos, menos na redzone, o que manteve NE mais tempo no jogo, mas assim como o ataque não tem alguém que consiga, na base do talento, mudar um jogo.

11 – (9) Tampa Bay Buccaneers – 2-1 

A magia não necessariamente acabou, mas deu uma balançada. Com uma defesa engolida pelo ataque dos Steelers e quatro turnovers ofensivos só no primeiro tempo, os Bucs caíram em um buraco que não conseguiram sair, mas chegaram perto. Destaque negativo para Dirk Koetter que, perdendo por 20 pontos, três posses de bolas, decide chutar field goal após uma campanha de oito minutos para perder por 17 pontos, três posses de bola. Tampa não perdeu por isso, mas também não se ajudou nem um pouco. Agora Koetter tem que decidir se Jameis Winston deve voltar na semana 4, mas eu não sei se isso vai ajudar em alguma coisa.

12 – (11) Cincinnati Bengals – 2-1

Cincinnati por algum motivo resolveu abandonar o jogo terrestre e colocar todas as fichas no Andy Dalton em um jogo que estava disputado. Dalton respondeu com quatro interceptações – nem todas foram culpa dele – mas isso foi apenas um dos problemas dos times. Os Panthers tiveram mais de 200 jardas terrestres e fizeram praticamente o que quiseram com a defesa dos Bengals. Esse time é bom, melhor do que o esperado, mas longe de ser perfeito e precisa evitar turnovers o máximo possível. 

13 – (3) Minnesota Vikings – 1-1-1

Minnesota jogou como um time que menosprezou seu oponente e não estava preparado para a partida. Vimos o pior de Kirk Cousins, afobado no pocket e não vendo recebedores livres e o pior da linha ofensiva. Mesmo assim, deveria ter sido uma vitória tranquila. A defesa tentou dar chances ao time após o começo desastroso mas o ataque dos Vikings não mostrou qualquer sinal de vida até estar tarde demais na partida. Uma derrota vergonhosa e preocupante. O time só não cai mais por que ainda é extremamente talentoso. 

14 – (8) Atlanta Falcons – 1-2

Eu acredito que Atlanta é melhor do que muitos times em posições mais altas nesse ranking, mas os Falcons precisam aprender a fechar jogos. A defesa, que adicionou Ricardo Allen a lista de contundidos junto com Deion Jones e Keanu Neal, cedeu 532 jardas e 32 primeiras descidas aos Saints e desperdiçou um dia quase perfeito de Matt Ryan e Calvin Ridley. O ataque, pela segunda semana seguida, foi perfeito na redzone, mostrando que Sarkisian está fazendo a sua parte, falta Dan Quinn encontrar soluções para a defesa cheia de buracos. 

15 – (20) Washington Cumpadis – 2-1

Alex Smith e Adrian Peterson jogaram o primeiro tempo como se estivessem em seus auges e passaram o carro nos Packers com alguma tranquilidade. A defesa atormentou o manco Rodgers o suficiente e, na segunda etapa, Washington controlou a partida sem sofrer dramas. Vitória segura e boa para se recuperar da derrota feia para os Colts. Veremos mais inconsistência desse time durante o ano.

16 – (19) Pittsburgh Steelers – 1-1-1 

Após mais uma semana de muita fumaça no vestiário, o Steelers prontamente amassou Tampa Bay. O ataque passou o carro no primeiro tempo com Vance McDonald humilhando Chris Conte com um stiff arm e Ben Roethlisberger seguro nos passes (mas não perfeito, os passes longos seguem um problema). A defesa fez o que se espera de uma defesa fraca que quer ser bem sucedida, roubou bolas e engrossou na redzone. Essa tem que ser a fórmula para o Steelers seguindo em frente. Turnovers e ataque explosivo. Resta saber se isso não foi algo de um jogo só.

17 – (17) Chicago Bears – 2-1

É terceira para o gol. Bears perde por 14. De um lado, quatro recebedores de Chicago tem apenas três defensores marcando eles, do outro, Allen Robinson no mano a mano. Trubisky escolhe o fade para Robinson, passe incompleto, Bears chuta um FG de 20 jardas. A vitória veio mas a preocupação com o jovem quarterback permanece. Não faltam recebedores abertos e erros bobos como esse, erros de conhecimento do esquema e capacidade de tirar o melhor de cada jogada, são graves. A defesa venceu a partida após um começo mais ou menos, mas contra adversários melhores não vai dar pra repetir esse tipo de atuação.

18 – (21) Tennessee Titans – 2-1

Com Mariota e Gabbert alternando lesões, os Titans estão, de alguma forma, 2-1 com duas vitórias dentro da divisão. O técnico calouro Mike Vrabel está tirando leite de pedra desse time. Contra um animado Jaguars, a defesa dos Titans engoliu Bortles, não deixando que o QB utilizasse sua mobilidade, e o ataque fez o suficiente com Mariota utilizando o pouco braço que lhe resta e suas pernas para manter algumas campanhas vivas. O 9×6 foi tão bonito quanto o placar parece, mas o que importa para os Titans é mais uma vitória. Ficando saudável, esse time pode ser um perigo ainda maior.

19 – (13) Los Angeles Chargers – 1-2

Erros no special teams, defesa completamente sem dentes com Bosa ausente mais uma vez, turnovers, chamadas duvidosas e Anthony Lynn, perdendo por 15, escolhe chutar um field goal de 26 jardas na metade do último quarto, que faz os Chargers precisarem de dois touchdowns quando antes eles precisavam de… dois touchdowns. Erros em todas as fases do jogo anulam qualquer tipo de talento, eficiência e qualidade do time, anulam os turnovers forçados e boas campanhas ofensivas. Quando mais tempo passa, mais os Chargers permanecem os mesmos.

20 – (14) Denver Broncos – 2-1

Um punt bloqueado e um end around de Emmanuel Sanders foram todas as boas jogadas de Denver no ataque. As duas vieram no primeiro quarto. Os outros três quartos foram um exercício em futilidade por parte do ataque dos Broncos, que até teve oportunidades mas simplesmente não conseguiu pontuar, com o experimento Case Keenum finalmente custando uma vitória ao time e mostrando que não vai consegui superar um dia que o time cometer 120 jardas em faltas. 

21 – (29) Cleveland Browns – 1-1-1

BAKER. MAYFIELD. Se o ataque for competente com o calouro e a defesa continuar nesse ritmo, olho nos Browns. Infelizmente o experimento Tyrod Taylor não deu certo, e Baker se mostrou como melhor opção sendo bem mais decidido nos passes e sem medo de atacar janelas menores. Ele ainda é um calouro e altos e baixos virão, mas o time será capitaneado pela maior esperança de um franchise QB que os Browns tem desde Bernie Kosar. 

22 – (26) Detroit Lions – 1-2

Em 2011 o Pittsburgh Steelers segurou a bola por mais de 39 minutos, teve 78 jogadas, converteu 62% das terceiras descidas e venceu os Patriots por 25×17. Em 2018, o Detroit Lions segurou a bola por mais de 39 minutos, teve 70 jogadas, converteu 50% das terceiras descidas e venceu os Patriots por 26×10. A secundária fez um excepcional trabalho em colocar marcação dupla em Gronk e o ataque finalmente teve um corredor ganhar 100 jardas pelo chão enquanto Stafford foi eficiente. Com um pouco mais de qualidade na redzone essa vitória teria sido ainda maior. Bela recuperação para um time que parecia perdido.

23 – (27) Seattle Seahawks – 1-2

Uma vitória tranquila e até dominante de Seattle. Earl Thomas está infeliz e sem treinar, mas interceptou dois passes e segue dominante. A defesa conseguiu pressionar Prescott e só deixou Dallas andar com alguma tranquilidade quando o jogo já estava vencido. Wilson foi seguro – e sackado apenas duas vezes – e a vantagem aberta deu a oportunidade do time colocar a bola nas mãos de Carson e se preocupar em gastar o relógio e ficar longe de situações óbvias de passe. Seattle pela primeira vez no ano foi o melhor time em campo e pela primeira vez saiu vitorioso em 2018. 

24 – (28) New York Giants – 1-2

27×22 não mostra a realidade desse jogo. Os Giants dominaram Houston do começo ao fim com a melhor partida de Eli Manning em anos. Não que a linha ofensiva tenha jogado particularmente bem, mas a ausência de Ereck Flowers foi sentida de forma positiva inclusive no jogo terrestre. A defesa foi paciente, incomodou Deshaun Watson o jogo inteiro e conseguiu dois turnovers, além de ter engrossado o caldo quando foi empurrada para a própria endzone. Se conseguir repetir essa fórmula, os Giants podem até incomodar qualquer time, mas é um grande se. 

25 – (24) Indianapolis Colts – 1-2

Já se foram três jogos e está difícil de discernir se os Colts estão muito conservadores no jogo aéreo ou Luck tem pouca confiança no braço. 164 jardas aéreas em 40 passes e 2 de 12 em terceiras descidas não vão ganhar jogo contra ninguém, especialmente quando o oponente é o atual campeão. Indy vai precisar de muito mais para não depender de faltas e turnovers para conseguir pontuar. Ao contrário do que se pensava antes da temporada é o ataque que está deixando o time na mão. 

26 – (22) New York Jets – 1-2

Perdido na Bakermania foi mais um jogo mequetrefe dos Jets. Claramente a vitória sobre os Lions foi enganação, mas o time de Todd Bowles foi claramente o pior em campo em partidas consecutivas contra Dolphins e Browns, que não são exatamente o 49ers de Bill Walsh. Mas, assim como foi preciso ter calma após a semana 1, é para continuar com calma. Darnold terá seus altos e baixos e contra Cleveland foi uma daquelas noites onde o resto do time não ajudou muito, especialmente no segundo tempo quando os Browns ganharam novo ânimo. Esse Jets é mais próximo do Jets que a gente esperava antes da temporada, e a pressão está toda no head coach. 

27 – (18) San Francisco 49ers – 1-2

A defesa foi amassada pelos Chiefs, nada surpreendente, mas o maior motivo da queda é a lesão de Jimmy Garoppolo. Se com Jimmy o ataque tinha dificuldade para encontrar um ritmo, sendo imparável em alguns momentos e cometendo erros bobos em outros, sem o belo quarterback a temporada essencialmente acabou. Os niners provavelmente não seriam competidores logo em 2018, mas dava para competir por uma vaguinha de wildcard. Agora, o time briga por uma das posições mais altas no próximo draft. 

28 – (23) Dallas Cowboys – 1-2 

Nos últimos cinco jogos Dak Prescott não conseguiu passar das 200 jardas aéreas, a linha ofensiva perdeu peças como se Thanos tivesse estralado os dedos e Zeke não consegue brilhar mais do jeito que costumava. Ainda bem que os Cowboys venceram NY na segunda rodada, por que do jeito que dá vai ser difícil isso acontecer de novo, pelo menos enquanto a era Jason Garrett durar. A defesa, por sinal, não conseguiu tirar proveito da famosa linha ofensiva de Seattle, o que é difícil. 

29 – (32) Buffalo Bills – 1-2

O Buffalo Bills não vai recuperar cinco fumbles (entre ofensivos e defensivos) e começar várias campanhas no campo de ataque toda semana, mas eles fizeram isso em Minnesota e chocaram o mundo. Desde 1995 um azarão tão grande quantos os Bills (de acordo com as casas de apostas americanas) não vencia um jogo, e desde 1990 times desfavorecidos por pelo menos 15 pontos (Buffalo era por 16.5) ganharam apenas 4.2% dos jogos e nunca por mais de sete pontos. A defesa foi espetacular, aterrorizando Kirk Cousins e forçando os turnovers que permitiram que o time abrisse vantagem e não precisasse forçar nada no ataque, tranquilizando Josh Allen que não fez nada de espetacular com o braço, mas soube usar as pernas para manter campanhas vivas. Vitória gigante e inesperada, mas não vou me deixar levar por isso, os Bills ainda possuem grandes problemas. 

30 – (25) Houston Texans – 0-3

Talvez se o ataque dos Texans jogasse todas as campanhas como se fosse garbage time o time iria longe. Os dois touchdowns de Houston vieram só no último quarto, quando o time perdia por mais de uma posse de bola e já tinha abandonado completamente um jogo terrestre ineficiente. A linha ofensiva foi uma máquina de pressionar o próprio quarterback e cometer faltas enquanto a defesa, apesar do renascimento de J.J. Watt (3 sacks) fez o ataque dos Giants parecer competente. Deshaun Watson não é o problema desse time, mas o medo é que com circunstâncias tão ruins, ele crie hábitos ruins para o futuro. Cabe a Bill O’Brien impedir isso se não a batata vai assar.  

31 – (30) Oakland Raiders – 0-3

Oakland perdeu esse jogo até mais do que Miami venceu. A defesa cedeu várias big plays e o ataque foi novamente muito ineficiente, 2 de 5 em viagens a redzone e em três oportunidades de primeira para o gol, apenas uma virou touchdown. Uma dessas chances virou uma 4ª para centímetros onde Oakland ao invés do QB sneak ou de usar Marshawn Lynch, deu a bola para o fullback, sem sucesso. Foram 17 minutos a mais de posse de bola e quase o dobro de first downs em relação aos Dolphins, e mais uma derrota na conta dos Raiders de Jon Gruden.  

32 – (31) Arizona Cardinals – 0-3

Arizona abriu 14×0, Bradford parecia estar bem, Trubisky estava perdido, e a primeira vitória estava encaminhada. Foi uma doce ilusão. O ataque de Chicago continuou sem muita força, mas Arizona deu tantas chances que a vitória veio. No último quarto Steve Wilks tomou a confusa decisão de colocar Josh Rosen, já atrás do placar, para tentar virar o jogo contra Khalil Mack e companhia. Obviamente não deu muito certo. Pelo menos Rosen será o titular daqui em diante, resta saber se que a equipe vai fazer um esforço maior para ajudar seu jovem quarterback.

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